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Instituto Brazolin

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Instituto Brazolin

André Brazolin explica trabalho social, enaltece o Flamengo e mostra idolatria por Oscar

Dá para dizer, tranquilamente, que o basquete corre nas veias de André Brazolin desde muito cedo. Nascido em São Paulo e dono de uma carreira significativa, o agora ex-jogador continua propagando o esporte. De uma forma diferente, claro. Através de um Instituto, que leva seu sobrenome, e tem como objetivo ajudar crianças carentes.


Procurado pela reportagem do GRN, que tomou conhecimento do trabalho social via internet, André contou sua história e explicou motivo do apelido ‘Anjo do Esporte’, visto em qualquer rede social. Toda minha família é esportista e eu comecei com oito anos no Pinheiros. Hoje, com quase quarenta, sendo vinte como atleta profissional, vejo o basquete como instrumento de humanização, inclusão social, educação e respeito.

Sou conhecido como Anjo do Esporte, pois vou em lugares onde todos viram as costas (abrigos judiciais, APAE, clínica de dependentes químicos, comunidades carentes, orfanatos e presídios). Sou grato a tudo que Deus me proporcionou. Por isso, trabalho para Ele. Fui Secretário de Esportes de São Lourenço e Caxambu, em Minas Gerais, e não concordava com a maneira que os políticos lidavam com o esporte. Realmente, fazem pouco caso.


Então, nasceu o Instituto Brazolin, parceiro da Cruz Vermelha, em 2010, onde recebemos, com muita honra, a utilidade da OSCIP e podemos obter verbas de doações, empresas privadas, prefeituras e projetos. Desta forma, promovemos a metodologia, com uma filosofia diferente de uma escolinha. O ser humano é prioridade.


O currículo do treinador deve ter paciência e, acima de tudo, postura. Pois estamos cuidando de pessoas que não tiveram a mesma oportunidade na vida. Já acompanhamos crianças que sofriam com maldades dos pais ou responsáveis. É uma realidade triste, mas somos otimistas em virar o jogo – relatou.

Constantemente, o ex-atleta vai à Cracolândia e se encontra com Refugiados Angolanos. Ao tocar no assunto, a emoção tomou conta e foi difícil controlar.


Foi como ganhar um título mundial invicto, e é um sentimento de orgulho que me emociona toda vez que lembro. Sou privilegiado por levar o basquete para crianças e jovens da região da Cracolândia. Os usuários respeitam muito o nosso o trabalho e nos chamam de anjos quando passamos por eles. Neste momento, as pessoas que se comportam como zumbis, se curvam ao esporte e à Deus. Já os refugiados, costumo dizer que foram presentes dados ao Instituto. Além de cuidarmos deles, damos esperança para todos – exaltou, com sensação de dever cumprido.


Ganhei um autógrafo do Oscar aos dez anos e guardei. Saí do Corinthians, onde recebia mais, para realizar meu sonho. Vestir esse manto é para poucos, o cara tem que ser vencedor. Quando me apresentei ao Flamengo, mostrei a importância dele na minha carreira. Tinha orgulho de treinar e, realmente, não acreditava que estava vestindo a 10 do Zico ao lado do meu ídolo. Até nas broncas, aprendi a admira-lo. Nosso entrosamento era ótimo e, como armador, sempre tive habilidade e ótimo passe. Aliado à intensidade do Oscar, que nunca vi em um atleta, nos completávamos. Nosso reencontro aconteceu há poucos meses e foi de muita risada. Ele nem me reconheceu, por causa da careca (risos). Falamos o tempo todo do time e rolou até um agradecimento por tudo que tenho feito pelo próximo, com direito a ser chamado de herói. Escutar isso do Mão Santa foi meu maior presente – detalhou e afirmou.


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